blog.operacriativa.com.br

Arquivo da categoria ‘O Pulo do Gato’

Apresentação em Tempos de Internet

Novo site da Ópera Criativa - Criação de Logotipos, Sites, Logomarcas, Embalagens | Design Gráfico http://www.operacriativa.com.br.
Há alguns poucos anos atrás a elaboração de um layout era uma atividade bem diferente da exercida hoje pelo profissional de criação.
O layout pra começar tinha mais tempo para ser feito. No meu caso, eles saiam em uma semana e esse prazo era muito bom pela qualidade do trabalho, que ainda envolvia o redator e o diretor de criação.
Pelo fato de eu gostar muito de ilustração mas não ter a paciência - requisito básico - para isso, fazia layouts bem ilustrados.
Valia tudo para simular a peça já pronta. De aerografia com tinta acrílica até caneta esferográfica (a boa e velha BIC preta dava uns realces maravilhosos).
E a técnica então era a mais mista possível.
Os textos eram marcados com gouache Talens com pincéis de pelo de marta e cabo de mogno. As chamadas principais eram escritas, já o texto era apenas marcado com as letras “O” e “N” repetindo-se aleatóriamente para simular as palavras. Isso era pra não colocar letras que combinadas ao acaso pudessem formar algum palavrão, sem querer.
Depois da “mancha” - como era chamado o layout - ficar pronta, dava-se uma camada de verniz da Acrilex e eu o montava com cola de benzina (aquela de sapateiro) numa prancha de papel paraná bem espesso que já era coberto por um Colorplus preto, para criar uma moldura de uns três centímetros. Isso valorizava ainda mais a arte.
Quando a “prancha” estava pronta, colava-se um papel manteiga sobre a arte - o overlay - que era para o cliente ou o atendimento fazerem marcações.
Um bom envelope de papel triplex colado com fita crepe mesmo servia para instigar ainda mais a curiosidade do cliente quanto ao layout.

Impressionava
O fato é que o layout chegava a ficar tão parecido com uma arte impressionista que o cliente adorava. E chegava a ficar frustrado com o trabalho final impresso com fotografia, textos feitos em PMT etc.
Pensávamos na satisfação que o contato da agência teria ao apresentar o layout ao cliente. Coisa que tinha que ser quase um ritual, com marcação de reunião, chegada com o envelope grande e branco, uma conversa de amenidades antes, a retirada do layout do envelope e o levantamento do overlay descortinando uma obra de arte…(me empolguei)…
Tudo isso servia para mostrar ao cliente várias coisas, entre elas o nível dos profissionais da agência e o trabalho que se havia destinado ao produto ou serviço do cliente, pois até o logotipo dele era feito com gouache e depois envernizado.
Depois de aprovado, entrava o trabalho de finalização, que envolvia fotógrafo, o pessoal da “arte final”, que fazia past-ups (colagem de textos) e do produtor gráfico que fazia marcações de cores suas porcentagens no overlay da “arte final”.

O perfil do profissional é outro
Hoje o layout sai em um dia. E quando o cliente aprova é só mandar para o fornecedor por e-mail.
Se o arquivo digital ficar muito pesado você coloca no FTP do fornecedor e pronto.
Criação e finalização andam juntas, pois os layouts são feitos com imagens “royalte free” e quando o cliente aprova o layout é só fazer a compra da imagem, substituir e mandar pro fotolito.
O perfil do profissional de criação também mudou. Hoje ele não pode ser especialista em uma única tarefa. Ele tem que dominar - mesmo que parcialmente - todos as etapas do trabalho, da criação até a produção gráfica, passando por soluções para fazer com que sua arte chegue até o cliente com o mínimo de ruído possível.
É necessário que ele saiba buscar referências na internet, saiba adquirir imagens de bancos de imagens royalte free, tratar as imagens, saber a resolução mais adequada para essa aquisição, conhecer a internet e direito autoral, saber das distorções que podem ocorrer em navegadores e programas de envio e recebimento de e-mails, enfim, tem que ser um profissional atualizado.

Ganhamos em tempo, perdemos em relacionamento e calor humano.
A apresentação de um layout, que antes era algo pessoal e caloroso passou a ser feito por e-mail.
Aí muda-se a forma de apresentar os trabalhos. O cliente muitas vezes não compreende as dobras do material, ou não identifica a frente ou o verso…
Nesse momento entra o que eu chamo de “valorização gráfica”. O que nada mais é do que simular através de sombras, volumes e texturas o material final.
E aí entra um conhecimento de ilustração e do Photoshop (programa de tratamento de imagens).
Os trabalhos que são desenvolvidos no Ilustrator, Corel Draw ou In Design são passíveis de serem exportados em JPG em RGB e em seu tamanho natural, numa definição não muito alta, para o arquivo de apresentação não pesar muito.
No Photoshop, usando-se de transparências, sombras, brilhos e reflexos a arte (plana) é valorizada, simulando o produto final, ficando bem perto da realidade.
É lógico que uma série de fatores podem influenciar a apresentação pelo cliente, uma delas é a calibração do monitor em que ela será visualizada. Ele pode estar mais claro ou mais escuro, com brilho acentuado, enfim…vários fatores.
Por outro lado, esta “valorização” - que deve ser enviada juntamente com o material planificado - retoma uma parte do ritual da apresentação pessoal.
Existem programas de 3D que simulam embalagens e qualquer outro tipo de material. Mas nesse caso, nos restringimos apenas ao programa de editoração e ao Photoshop.

Um exemplo
Abaixo, segue o exemplo de uma embalagem para Biscoito da Sorte.
O trabalho gráfico, baseado na técnica sumie e restrito pelo processo de impressão (Flexografia) é simples e provavelmente não empolgaria o cliente. Porém, a valorização gráfica, mostra o produto acabado…quase pronto para o consumo.
Para se chegar a esse resultado, utilizei o projeto gráfico feito no Ilustrator, exportei-o em JPG, 200 dpis, RGB. Depois abri no Photoshop e trabalhei várias camadas com sombras e brilhos simulando um “drapeado” (o amassadinho). A ferramenta “Deformar” do Photoshop CS ajudou a dar a forma de travesseiro à embalagem e a sombra em arco à direita dá a noção da altura.
Note que o fundo tem as tonalidades do logotipo do cliente propositadamente para tornar o conjunto atrativo.
Até a data de validade e o lote foram simulados com uma fonte própria desta operação.

apre p - apre p

Sem comentários »

Mascote

Novo site da Ópera Criativa - Criação de Llogotipos, Sites, Logomarcas, Embalagens | Design Gráfico http://www.operacriativa.com.br.
Um amigo me pediu para criar um símbolo para a equipe de futsal em que ele joga.
O nome do time é Atlântico Futsal e logo me veio a mente a figura de um tubarão. Teve também a imagem do tridente do Netuno entre outras, mas essas idéias eram meio acadêmicas demais para a finalidade do símbolo.
Então comecei a rafear um tubarão bem baseado no bom humor que rodeia as equipes amadoras que jogam em finais de semana. O “Tuba” saiu com uma cara de boleiro do jeito que eu queria e tinha certeza de que meu grande amigo Marcelo Rodrigues iria aprovar.

tuba1 - tuba1

Em seguida digitalizei a imagem do meu melhor rafe usando uma câmera digital, importei essa imagem no Corel Draw e com a “Ferramenta de Forma” eu redesenhei o nosso personagem…olha como ficou…o traço está em vermelho.
tuba2 - tuba2

Pode parecer loucura, mas é assim mesmo. Se você quer uma coisa bem feita você vai ter trabalho.
Depois dos traços definidos eu adicionei um contorno a eles. No Corel tem uma ferramenta bem bacana pra isso.
Eu fiz isso separadamente em cada traço…deu trabalho? Deu. Mas o resultado justifica.
Os fios de contorno no Corel Draw se mantém sempre da mesma espessura, ou seja, quando você diminui a sua imagem eles ficarão mais espessos do que o esperado e se você aumentar a sua imagem eles ficarão mais finos do que você queria.
Usando a “Ferramenta de Contorno” e depois eliminando os fios, isso não acontece.
Mas para isso, você precisa “separar o contorno do objeto”, eliminar (deletar) os fios e depois “soldar” os contornos.
Olha o resultado aí…
tuba4 - tuba4

A próxima tarefa é dar cor e vida ao nosso “peixe”…
Para isso eu preciso das “partes” do Tuba separadas.
Aí eu faço o seguinte:
Na “Distância de deslocamento” eu coloquei um número bem grande. Isso é para fazer com que quando eu “duplicar” e “deslocar” a imagem (desenho) ele saia de cima do meu desenho inicial…o motivo disso será percebido mais pra frente.
Depois, eu duplico o meu desenho e “desloco” ele para a direita, esquerda, pra cima ou para baixo…
Aí eu “quebro” o desenho duplicado em partes “Ctl K”.
Depois eu deleto o contorno…
E uso as partes para colocar cores e efeitos.
Eu coloquei as cores e efeitos (cores chapadas, degradês e transparências) nas partes do Tuba e depois desloquei de novo para cima do desenho inicial (só o contorno)…
Depois eu coloquei o contorno “desenho inicial” por cima (CTL PageUp) das partes coloridas….adicionei os olhos do bicho e olha o resultado:
tuba5 - tuba5

Mas aqui entraram alguns elementos típicos de ilustração, como sombras chapadas, os olhos, sombras nos dentes - que são amarelados para se distinguirem do branco do “papel” e darem a conotação de “selvagem”…além disso dá pra notar que em algumas áreas eu estendi as sombras para dar ainda mais o efeito de “volume”.
Aí entram os símbolos e elementos típicos dos “brasões” dos times de futsal…
O Atlântico é duas vezes campeão de torneios amadores que envolvem equipes da Zona Norte de São Paulo. Isso deu margem para a inserção das duas estrelas e mais um “slogan”, além da criatividade correr solta.
O “distintivo” do Atlântico escolhido foi este…redondo e com uma tipografia de “marinheiro”….e olha que o bicho ficou com jeitão do Romário…
tuba6 - tuba6

Mas como tínhamos uma boa ilustração do Tubarão, podemos “rotacionar” o peixe e criar mais essa opção…meio “argentina” mas bonita…
tuba7 - tuba7

Enfim, a idéia aprovada foi a “redonda” sem o acento no “A” de Atlântico, e o pessoal do time gostou bastante…aliás, estou até hoje esperando uma camisa do time.
É isso. Seja para o símbolo do time de futebol amador ou para um personagem que represente uma empresa, o trabalho será sempre o mesmo. Serão envolvidos criatividade, técnica e bom senso.

4 comentários »

Embalagem Hall da Fama

perspectiva frente - perspectiva frente

Novo site da Ópera Criativa - Criação de Llogotipos, Sites, Logomarcas, Embalagens | Design Gráfico http://www.operacriativa.com.br.
A Ópera tem como cliente a Mãos de Cera. Uma empresa que tem produtos diferenciados e atua em quiosques dentro de shoppings, buffets e franquias.
Os produtos da Mãos de Cera têm como base moldes de diversos materiais cuja finalidade é gerar peças com aparência diferente.
As possibilidades são inúmeras e vão de mãos de cera especial (semelhante a parafina) até mãos de cristal que servem de luminárias.
Uma das linhas de produto da Mãos de Cera (de propriedade dos irmãos André e Marcelo Moretti) é o Hall da Fama. Um kit com foto temática e uma placa de massa especial com a mão gravada em baixo relevo. O tema é cinema e a ação é alusiva à Calçada da Fama e acontece em eventos empresariais, escolas e em shoppings.

Briefing
O cliente solicitou à Ópera uma embalagem que portasse tanto a foto, quanto a placa com a gravação da mão.
O material deve ter um porte elegante e servir também como expositor.

Mão na massa…
Roberto Vido | Criação da ÓD | iniciou a criação com vários rafes. Algumas possibilidades foram descartadas logo de cara, por inviabilidade técnica.
A idéia que mais agradou foi a utilização de uma claquete – aquela peça que marca o início de uma tomada de imagens – como base para a embalagem.
Logo, a tampa já se transformou naquela parte listrada da tradicional peça.
O visual então já estava definido, uma vez que cinema é uma área bastante rica em termos de referências (atores, película, carretel, cadeira de diretor, megafone, estrela, etc).

Fazendo caixinhas…
Fazer rafes é simples, o mais trabalhoso é fazer o mocape – que é justamente o protótipo da embalagem, com dimensões reais.
Para criar a embalagem Roberto usou papel triplex de uma gramatura alta (350g). Esse não é o papel que será usado no produto final, mas é mais fácil de vincar, dobrar, cortar e colar.
A embalagem é complexa e deve ter um “berço” para a fixação da placa de massa e da foto.
Alguns protótipos em escala reduzida foram feitos até se chegar a uma peça com estética agradável.

Do microcomputador ao papel…
Após a definição do protótipo as peças foram desenhadas detalhadamente no micro. O programa usado foi o Corel Draw.
Com as peças em tamanho natural definidas – ou pelo menos bem perto de estarem definidas – mandamos o arquivo para plotagem.
Os desenhos então passaram do micro para o papel, em escala natural.

micro - micro

Vincando…
A folha com os desenhos ( papel offset 90g) foi colocada sobre o triplex e com a ajuda de um “vincador” (um clips com cabo de metal que quebra um galhão) os desenhos foram decalcados.
Esse processo evita grafite no material e deixa o trabalho mais limpo, além do que, as partes que serão dobradas já ficam vincadas – isso facilita bastante.
Na mesa de vidro as peças são recortadas com estilete e régua de aço.

Mancadas…
O primeiro mocape é montado e as “mancadas” ficam mais evidentes. Partes que não encaixam, cantos previstos arredondados que ficarão melhores retos e vice-versa…enfim, esta prévia é para isso mesmo: acertar detalhes.
Depois de ver todas as falhas de produção – os detalhes são marcados com caneta de forma bem objetiva – passamos para a definição das partes da embalagem.

DSC04099 1 - DSC04099 1

Remendos, papel e durex…
O berço foi a peça que deu mais trabalho por causa da sua faca complicada e sua função estrutural.
No triplex o berço foi sendo moldado com lápis, papel, fita adesiva, taxinha, e o que mais se tinha à mão…o importante é sair da mesa com as dimensões.

DSC04102 1 - DSC04102 1

Material
Com as peças definidas passamos para a montagem do produto final, agora usando o material com o qual o produto final será produzido.
A idéia é usar um microondulado empastado com duplex 250g. Como esse material não é encontrado em poucas quantidades e muito menos em papelarias, a ÓD recorreu à Gráfica Itamarati, do amigo Silvio que nos forneceu algumas pranchas montadas.

De novo ao decalque…
O modelo feito em cartão triplex e em tamanho natural foi desmontado e suas partes são decalcadas no microondulado empastado. Óbvio que todas as correções foram levadas em conta.
Além do berço, outra parte complicada é o suporte da embalagem. Queremos que a embalagem sirva como sacola e como expositor, portanto, temos que prever uma alça e uma maneira de a embalagem ficar em pé, sobre um móvel ou aparador, e até ser pendurada na parede se o cliente da Mãos de Cera assim desejar…ela deve ser um “quadro”.

suporte - suporte

Nascendo…
A montagem do protótipo – com todas as peças certinhas e bem recortadas – dá trabalho mas é extremamente gratificante ver a embalagem “nascer”.
Colocamos um acetato de boa gramatura (rígido) por dentro da parte frontal da embalagem para proteger a massa e a foto de poeira. Quem nos indicou o material e o fornecedor para apenas uma folha do acetato foi a Giovana da Paiol Artes – empresa de Santo André especializada em projetos diferenciados de cartonagem.

nascendo - nascendo

Sacola
Para a alça a ÓD sugeriu uma fita de cetim. Isso agrega valor ao produto, torna a embalagem mais refinada e além disso faz alusão ao “glamour” do cinema.
Todo o protótipo é branco, ele é apenas para mostrar para a Mãos de Cera, o peso, tipo de papel e tamanho da embalagem final. Portanto o cetim usado é branco, mas no produto final ele será preto com padronagens que lembram cinema.
Para valorizar ainda mais a apresentação, fizemos uma simulação do logotipo da Mãos de Cera como se estivesse marcado em baixo relevo numa placa de massa.

DSC04110 - DSC04110

Informações
Algumas etiquetas são colocadas no protótipo para alertar o cliente para detalhes como tamanho da massa que ele deve usar, por exemplo.
Um cartão de visitas da Ópera é colado no protótipo para que acompanhe o produto aos fornecedores em que o cliente vai cotar a produção da embalagem.

DSC04108 - DSC04108

O valor do design
No caso da embalagem do Hall da Fama as peças serão impressas separadamente – tampa, berço, parte frontal e parte posterior. É uma embalagem que terá manuseio em gráfica (montagem das partes frontal e posterior) e também antes de ser entregue ao cliente (colocação da alça na tampa e colocação da tampa na embalagem, além da preparação do berço com a massa e a foto). Portanto é uma peça que terá um custo relativamente alto. Mas esse valor será agregado ao produto e será um diferencial que ajudará a divulgar, pois serve como sacola.
O simples fato de alguém transitar em um shopping com uma “sacola” dessas sem dúvida causará – no mínimo – curiosidade.

design - design

2 comentários »

Embalagem

apre1 p - apre1 p

Novo site da Ópera Criativa - Criação de Llogotipos, Sites, Logomarcas, Embalagens | Design Gráfico http://www.operacriativa.com.br.
Como apresentar uma idéia a um cliente?
Essa é uma pergunta bastante comum nos dias de hoje. Com a internet, muitas apresentações se resumem a um e-mail, um texto, uma imagem com extensão jpeg (como esta aí em cima).
A tecnologia deixou tudo mais rápido. Mas junto com a agilidade veio também a impessoalidade.
Apresentar um layout sempre foi algo desafiador e ao mesmo tempo prazeroso. Ver a reação do cliente, discutir sobre bons layouts apresentados, montados sobre pranchas é voltar aos bons tempos do atendimento pessoal, personalizado.
Preparar e montar estes layouts para apresentação, sempre deixa a criação mais bonita. E mais importante que isso - palpável.
Não existe forma mais indicada para se apresentar uma embalagem do que fazer um bom mock-up - um modelo em escala natural.
No caso de embalagens de papelão (cartonagem) o modelo deve ser feito se possível utilizando-se o mesmo papel que a embalagem será produzida.
Aqui apresentamos um exemplo de apresentação da embalagem de um “porta CPU”, fabricado pela Rodízios Squadroni.
O cliente solicitou a criação de uma embalagem para seu produto, que será comercializado na cadeia de Lojas Etna.

Ler mais

2 comentários »

Tirando da Cartola

9 - 9

Novo site da Ópera Criativa - Criação de Llogotipos, Sites, Logomarcas, Embalagens | Design Gráfico http://www.operacriativa.com.br.
Muitas vezes nos deparamos com situações em que temos de agir com rapidez e conhecimento para fazermos um trabalho diferenciado.
A dica aqui é: como obter uma ilustração de bom nível em um curto espaço de tempo.
O desafio é criar um elemento que componha um rótulo para um produto dirigido para veículos aquáticos.
Seria extremamente cômodo recorrermos a um bom banco de imagens, escolher uma bela foto royalte free, pagar por ela e utilizar no nosso rótulo.
Mas o inconveniente é que o mesmo barco pode aparecer em qualquer outra peça promocional ou institucional…inclusive a do concorrente.
Então, vou explicar passo-a-passo como conseguir uma ilustração de uma lancha em pouco mais de uma hora de trabalho.
Para esse Job usei as seguintes ferramentas: o Google (portanto uma conexão com a Internet), o Corel Draw - odiado por uns e amado por outros e o Photoshop…amado por todos.

2 - 2

Ler mais

3 comentários »

Próxima Página »